O desespero e o desânimo parece sazonal. Este já é o segundo ano em que tenho esta sensação nesta altura. Não posso pensar sobre isso. Quanto mais penso, mais os sinto.
Estou um pouco longe dos meus sonhos. Na verdade, ainda estou a descobrir quais são os meus sonhos... Um dia, pus-me no papel de um louco rico (com isto quero dizer sem preocupações monetárias) e escrevi uma lista de "silly dreamjobs".
Sou um job-dreamer.
Ou será que estou num Quarter-life crisis? I'm just a 20-somthing...
mood: in_an_arena
16.3.09
Tough day (or not)
Hoje fui bombardeado. Estou estourado, se bem que não fiz muito em concreto.
E se...? E se...? Muitos "e ses" passaram pela minha cabeça nestes últimos dias. Não foi fácil e não vai ser fácil. Tem de se ter esperança de que o tempo passe e deixe de pensar nessas "tolices". Deve passar.
E se...? E se...? Muitos "e ses" passaram pela minha cabeça nestes últimos dias. Não foi fácil e não vai ser fácil. Tem de se ter esperança de que o tempo passe e deixe de pensar nessas "tolices". Deve passar.
15.3.09
Nova experiencia

Novo cafe! Quase literalmente ao virar da esquina da residencia! Acabei mesmo agora de tomar o meu pequeno-almoco+almoco neste sitio agradavel, acompanhado por musica jazz.
Acho que vou passar muito tempo aqui a ler...
Cheers
P.S.: Este e o meu primeiro post com o meu telemovel! Nao estou a conseguir teclar em portugues (quero dizer, com acentos).
6.3.09
Sempre a aprender
Passei uma hora e meia hoje a sentir que não percebia nada de nada. A sensação era estranha. Estava preocupado. Mas depois, achei que isso só podia ser bom.
Ainda tenho muito para ver.
Um outro ritmo. Estonteante. Quase impossível de seguir. Uma espécie de tontura de conhecimentos...
Ainda tenho muito para ver.
Um outro ritmo. Estonteante. Quase impossível de seguir. Uma espécie de tontura de conhecimentos...
4.3.09
Força motriz
Há muita coisa que nos inspira na nossa vida. Neste momento, posso não estar a fazer o que vou fazer para o resto da vida (nem sei se alguma vez estarei).
Não vivemos sozinhos. E o envolvente pode mover-nos. Tenho certeza que estou a encontrar pessoas certas neste percurso.
Faz tanta falta neste mundo pessoas que nos mostram quão belas as coisas são. Até agora já encontrei algumas. Inspiram-me. Dizem-me coisas que me deixam surpreendido e às vezes até me fazem rir - no bom sentido (tipo reacção Aha!).
Se calhar estou um pouco atrasado. Mas mais vale tarde do que nunca. Isso é mais uma motivação para trepar mais, para mais alto.
Não vivemos sozinhos. E o envolvente pode mover-nos. Tenho certeza que estou a encontrar pessoas certas neste percurso.
Faz tanta falta neste mundo pessoas que nos mostram quão belas as coisas são. Até agora já encontrei algumas. Inspiram-me. Dizem-me coisas que me deixam surpreendido e às vezes até me fazem rir - no bom sentido (tipo reacção Aha!).
Se calhar estou um pouco atrasado. Mas mais vale tarde do que nunca. Isso é mais uma motivação para trepar mais, para mais alto.
30.1.09
Memórias recentes
24.1.09
correria em 5 meses
Cheguei ao fim do primeiro semestre desta nova fase. Estou cansado e ainda não consigo sentir que entrei em férias. Na minha cabeça, ainda circulam coisas que tinha de saber para as avaliações, cenas destes últimos dias.
Agora, finalmente posso deitar-me na cama, desfrutar alguns filmes (vi 2 hoje...) e fazer a mala. Não acredito que já passou um quarto do mestrado. Até assusta.
Quando tirei esta fotografia, percebi que adoro a baixa de Lisboa, adoro o meu quarto, adoro adoro adoro!
15.1.09
Animais? de estimação
10.1.09
urbanismo português?
De manhã quando estive a subir a grande e extensa Alameda de Lisboa, reparei num pormenor que podia ser fotografada. Simplesmente não me apeteceu porque era fria. Não incluía nada humano.
De facto, das duas cidades onde tenho vivido/vivo, nenhuma tem manifestamente uma vida urbana intensa ao longo de todo o dia, salvo algumas excepções (espaciais e temporais). A meu ver, os espaços mais vividos são apenas, infelizmente, os fechados, como os shoppings, e praias. Então, para onde foi a vida urbana?
Isto pode ser um sinal de individualização. Parece que o imprevisto, a mistura, a convivência com estranhos deixou de ser uma parte importante da nossa vida. Apenas damos valor ao que é programado ou programável. Damos valor ao espaço individual, pessoal, próprio. Isso é um facto inevitável (e saudável). Simplesmente torna-se incoerente com o exterior quando fazemos isso naturalmente. Nesses espaços, a vivência é colectiva.
O meu conhecimento sobre assuntos ligados ao urbanismo é muito reduzido. Mesmo assim noto uma grande diferença entre as grandes cidades portuguesas e algumas cidades do resto do mundo.
Já é muito difícil encontrar bons cenários (a meu ver, claro) para fotografias mais urbanas, em Portugal. Ou então porque cresci em Macau.
De facto, das duas cidades onde tenho vivido/vivo, nenhuma tem manifestamente uma vida urbana intensa ao longo de todo o dia, salvo algumas excepções (espaciais e temporais). A meu ver, os espaços mais vividos são apenas, infelizmente, os fechados, como os shoppings, e praias. Então, para onde foi a vida urbana?
Isto pode ser um sinal de individualização. Parece que o imprevisto, a mistura, a convivência com estranhos deixou de ser uma parte importante da nossa vida. Apenas damos valor ao que é programado ou programável. Damos valor ao espaço individual, pessoal, próprio. Isso é um facto inevitável (e saudável). Simplesmente torna-se incoerente com o exterior quando fazemos isso naturalmente. Nesses espaços, a vivência é colectiva.
O meu conhecimento sobre assuntos ligados ao urbanismo é muito reduzido. Mesmo assim noto uma grande diferença entre as grandes cidades portuguesas e algumas cidades do resto do mundo.
Já é muito difícil encontrar bons cenários (a meu ver, claro) para fotografias mais urbanas, em Portugal. Ou então porque cresci em Macau.
9.1.09
Observações
Nem sempre vem o pássaro que queremos quando pomos pão na varanda. Mas a verdade é que se não pusermos, ele nunca vem.
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